Metodologia Aplicada

1. COMPREENSÃO da dimensão da comunicação manifestada pela voz. O que dizemos e ouvimos determina nossa realidade.

2.CONHECIMENTO das multiformes possibilidades da sua voz para fins comunicativos. Faça um inventário das suas palavras e diagnostique seu potencial.

3. CONSTRUÇÃO do projeto da sua comunicação pela voz. Aplicada nos contextos e circunstâncias cotidianas e eventuais.

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Amplie a consciência

Você vai ampliar a consciência sobre o ato da fala e da escuta.

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Aumente a confiança

Confiança que garanta uma comunicação bem sucedida.

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Comunique com clareza

Clareza naquilo que se quer dizer.

Modalidade

WEBINAR

23, 24, 25 de Julho de 2018

Público:  Máximo  15 (quinze) coachees
Carga Horária: 09 horas
Investimento:  R$ 600,00 por participante em 04 x 150,00

Conhecimento:

  1. Criação da Marca Pessoal;
  2. Mergulhar no mundo interior – Hipnose Erickssoniana;
  3. Despertar lembranças positivas ou limitantes – Neurossemântica;
  4. Aprender a esvaziar de si mesmo;
  5. Atenção plena sobre o outro;
  6. Desarmar os mecanismos racionais de defesa;
  7. Inteligência metabólica;
  8. Dar significado aos pensamentos;
  9. Interpretar a intencionalidade dos códigos sonoros;
  10. Aprimorar a habilidade de ouvir e arte de escutar;
  11. Estabelecer vínculos com o outro;
  12. Considerar o outro superior a você mesmo;
  13. Coerência entre o pensar, falar e fazer;
  14. Qualificar a escuta estruturada;
  15. Valorizar a atenção dada pelo interlocutor;
  16. Focar e envolver-se no contexto do ouvinte;
  17. Estar preparado para resolver conflitos;
  18. Respeitar o silêncio do interlocutor;
  19. Espelhamento, validação e empatia.

Compreensão:

  1. Definir a meta comunicativa;
  2. Identificar o perfil comunicativo;
  3. Avaliar a comunicação interpessoal – Contextos e circunstâncias;
  4. Gerenciar a comunicação intrapessoal – Diálogo interno;
  5. Entender o fluxo cerebral da linguagem;
  6. Distinguir a dimensão cognitiva e estética da voz;
  7. Distinguir o que é interessante, importante e essencial;
  8. Inventar-se e reinventar-se;
  9. Trabalhar a inteligência emocional;
  10. Perceber as palavras ditas e filtrar as ouvidas;
  11. Declarar propósitos à si próprio e em voz alta – Presentificação.

Construção:

  1. Inventariar as palavras ditas na jornada cotidiana;
  2. Identificar as afirmações positivas e limitantes;
  3. Listar suas marcas da voz;
  4. Configurar as marcas da voz;
  5. Ampliar o repertório de marcas da voz;
  6. Aplicar pausas estratégicas;
  7. Dar significados aos intervalos entre as sentenças para viabilizar a compreensão;
  8. Usar cênica da palavra – a teatralização da palavra;
  9. Experimentar as multiformes possibilidades da marca da voz;
  10. Usar pausas breves, médias e longas;
  11. Elaborar por escrito o projeto da voz;

Planejamento:

  1. Construção do fluxo do pensamento; Mapa mental
  2. Organizar e gerenciar o pensamento focado na meta comunicativa;
  3. Planejar a estratégia da transmissão do pensamento;
  4. Adequar a linguagem ao perfil do interlocutor; Objeto de linguagem
  5. Ampliar o repertório de marcas da voz;
  6. Elaborar conteúdo usando frases curtas e ordem direta;
  7. Compor a musicalidade do conteúdo oral
  8. Usar pausas curtas, médias e longas;
  9. Fazer perguntas empáticas; Respostas abertas e fechadas;
  10. Criar um processo próprio de memorização;
  11. Fazer a leitura do ambiente da comunicação;
  12. Experimentar o poder da contação de histórias;
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Saiba sobre a Economia da Oralidade!

1

O que é ?

É um campo de estudos interdisciplinar entre as Ciências Econômicas, a Oralidade e as Ciências da Comunicação.

2

O que trata?

Trata do uso da oralidade como fator socioeconômico, considerando a premissa empírica que todo o dito causa mudança de comportamento e alteração no consumo de bens e serviços.

3

O que é oralidade?

É uma modalidade do uso da língua. A oralidade é um bem inato, um bem natural, inerente ao ser humano que é desenvolvida nas mais diversas interações sociais.

4

O que é letramento?

É um bem cultural, uma tecnologia que tem uma estrutura e funcionamento próprio e que mantem uma relação de continuidade com a oralidade.

5

Com que a Economia da Oralidade se ocupa?

Da análise da produção, da distribuição e do consumo da oralidade na macroeconomia e na microeconomia.

6

Qual a base de sustentação da Economia da Oralidade?

Está sustentada na estrutura matricial da economia em geral, que contempla a teoria econômica, os setores econômicos, a macroeconomia e a microeconomia, os agentes econômicos, os recursos escassos, o processo produtivo, o mercado, os fatores econômicos.

7

O que compreende a Economia da Oralidade?

Com base em estudo da linguística e das ciências da comunicação sob o enfoque economico, propõe-se dimensionar a intervenção da oralidade nos mais variados contextos e circunstâncias socioeconômicos.

8

Aferir valor à oralidade

Esta área da economia propõe valorar a oralidade como um ativo econômico através de elaboração de processos e metodologias que evidenciem objetivamente e gerem indicadores de desempenho da valoração socioeconômico da oralidade, compreendendo a análise de discurso com as suas causas e consequências.

9

Quais são os fatores de produção?

Terra  – Ter – Aparato Corporal (Fisiológico e Neuro-fisiológico)
Capital  – Poder – Conhecimento (intelecto)
Trabalho – Fazer – Comunicação (Ativo Econômico)

10

Quais são os agentes econômicos?

São todos os indivíduos, empresas e órgãos públicos que participam de um mercado e possuem uma relação de troca de bens
ou serviços.

11

Quais os setores de produção?

Primário, secundário e terciário. Numa analogia podemos considerar para efeito desta área da economia que o setor primário a oralidade presencial, o secundário a oralidade midiática e a terciária a interface de voz, a robótica através da inteligência artificial.

12

Quais são os principais recursos escassos na Economia da Oralidade?

Os recursos escassos desta área econômica são basicamente o tempo e o espaço. Estes fatores de produção da oralidade são o que constituem a condicionante do som, a condição tempo-especial.

13

Amplitude da Economia da Oralidade

Consumo da oralidade tem sido ampliado consideravelmente pelas opções tecnológicas que proporcionam inovadoras maneiras de recepção auditiva de conteúdos de natureza oral.

14

Por que algo tão essencial como a oralidade é tratada com pouco caso?

Constatamos especialmente na sociedade ocidental um fenômeno antropológico pouco considerado. A absoluta falta de oferta do ensino de um oralidade estrutura proporcional  sua  centralidade.

15

A oralidade como conexões socioeconômicas

A linguagem oral é um sistema pelo qual o homem comunica seus sentimentos, ideias e estabelece conexões socioeconômicas através da fala.

15

O objeto da economia é a escassez

Diante de necessidades comunicacionais humanas ilimitadas, a escolha adequada dos usos dos recursos escassos na oralidade é determinante, especialmente o fatores de produção tempo e espaço que sob a perspectiva da física quântica trata-se de um único fenômeno, o tempo-espacial.

17

Planejar a fala para cada necessidade

Para cada demanda comunicativa é minimamente indispensável um plano de fala, pensarmos antes o que produzir, como produzir  e para quem produzir.

18

Criar sua marca pessoal é um ativo econômico

Construir seu personal branding é fundamental para potencializar seu posicionamento no mercado e alcançar resultados socioeconômicos consistentes.

19

O elemento existencial da Economia da Oralidade

A atenção é o estado cognitivo, emocional fundamental para toda relação humana e é o maior alvo de disputa na pós-modernidade, portanto, é o maior ativo econômico.

20

Análise do consumo da oralidade

Um dos aspectos essenciais desta área econômica é a análise do consumo da oralidade sob a perspectiva da escuta estruturada.

21

Planejamento da oralidade

Propõe a elaboração de planejamento dedicado a produção da oralidade, que compreende a preparação, ensaio e implementação, capaz de proporcionar ao praticante alcançar o seu melhor performance.

22

Fator socioeconômico

A oralidade tem grande influência na maneira como vivemos, é por meio dela que as pessoas se comunicam com o mundo externo, através da voz que estabelecemos os nossos pontos de contato, um permanente fator socioeconômico.

23

Questão de qualidade de vida

È essencial a prática de planejar, pensar antes de falar, ganhando performance na comunicação, evitando o conflito e o ruído e semeando informação, diálogo e relacionamento humano, por isso, concebemos que a economia da oralidade promove a satisfação das necessidades humanas.

24

Troca de experiência na Economia Criativa

Objetiva potencializar a internação entre as pessoas, oportunizar o compartilhamento das competências e experiências individuais do exercício da economia criativa.

25

O significado da expressão economia revela a pertinência de tratar a oralidade?

A expressão economia no grego significa oikos (casa) e nomos (lei), portanto lei da casa, regra, administração da casa. Ao considerarmos o conhecimento bíblico e que somos “o templo, a casa de Deus”, onde Ele habita” e que a voz é a principal marca pessoa, a palavra pessoa (per+sona) através do som.

26

Oralidade enquanto prática social

A oralidade é inerente ao ser humano e não será substituído por nenhuma tecnologia, mesmo com o avanço da inteligência artificial. Ela é um fator de identidade social, regional, grupal dos indivíduos, com plena repercussão no econômico.

27

A voz é o que mais nos expõe

A voz é a função do corpo que mais se expõe e a que mais nos expõe, por isso, saber utilizá-la economicidade é uma habilidade vital e um relevante fator de viabilização das relações pessoais e profissionais.

28

Identificação da cultura grupal

A viabilização do uso da linguagem oral em cada meio social, compreende identificar a cultura de determinado agrupamentos para aferir o alinhamento e o afinamento da oralidade, constituída pela objeto de linguagem e pela performance oral.

29

Nova era da oralidade

A Economia da Oralidade está diagnosticando que as transformações geradas pela era digital está promovendo uma nova era da oralidade, resgatando a autentica forma do homem se comunicar.

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Fala e escrita

A oralidade é imediata, local e geral, já a escrita é mediata, longínqua e particular.

31

A espontaneidade da fala

Há ma tendência nas empresas de evitar correr riscos na sua comunicação,usar a escrita ao invés da fala. Ao escrever a gente pensa antes, refaz, textualiza, já a fala como normalmente é espontânea, natural, você manifesta seu verdadeiro sentimento.

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Memória de trabalho

Entre os principais recursos de escassez da oralidade é o limite da memória de trabalho.

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Algumas áreas de atuação da economia da oralidade

  • Comunicação Interna e Institucional:
  • Formativa (Comercial/Vendas – relacionamento com os profissionais da área e equipe interna);
  • Promocional (rotinas de produção/ação direta);
  • Marketing de Relacionamento (feedback /planejamento);
  • Educacional (cursos, ensino à distância, treinamento, conteúdo de docentes);
  • Edição de conteúdos de palestras, conferências e pronunciamentos;
  • Uso profissional da voz;

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Menos é mais na economia e na oralidade

Considerando um conceito de inovação como a capacidade de produzir mais usando mesmos quantidade de fatores de produção, na oralidade a economia da língua, usando o menor quantidade de palavras, o que na prática significa ter ganhos de eficiência no processos produtivos da fala.

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Quais os setores de produção?

Primário, secundário e terciário. Numa analogia podemos considerar para efeito desta área da economia que o setor primário a oralidade presencial, o secundário a oralidade midática e a tercuterciária a interface de voz, a robótica através da inteligência artificial.

36

Quais são os principais recursos escassos na Economia da Oralidade?

Os recursos escassos desta área econômica são basicamente o tempo e o espaço. Estes fatores de produção da oralidade são o que constituem a condicionante do som, a condição tempo-especial.

37

Amplitude da Economia da Oralidade

Consumo da oralidade tem sido ampliado consideravelmente pelas opções tecnológicas que proporcionam inovadoras maneiras de recepção auditiva de conteúdos de natureza oral.

38

Por que algo tão essencial como a oralidade é tratada com pouco caso?

Constatamos especialmente na sociedade ocidental um fenômeno antropológico pouco considerado. A absoluta falta de oferta do ensino de um oralidade estrutura proporcional  sua  centralidade.

39

A oralidade como conexões socioeconômicas

A linguagem oral é um sistema pelo qual o homem comunica seus sentimentos, ideias e estabelece conexões socioeconômicas através da fala. Na pós-modernidade, especialmente  no âmbito da economia criativa.

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O objeto da economia é a escassez

Diante de necessidades comunicacionais humanas ilimitadas, a escolha adequada dos usos dos recursos escassos na oralidade é determinante, especialmente o fatores de produção tempo e espaço que sob a perspectiva da física quântica trata-se de um único fenômeno, o tempo-espacial.

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