A Economia da Oralidade é uma área do conhecimento dedicada ao estudo transdisciplinar aplicado ao pleno uso econômico da oralidade e suas implicações sociais, políticas, culturais e tecnológicas.

Tudo aquilo que você diz e ouve impacta diretamente na sua vida. Conhecimento, consciência e controle são seus ativos econômicos. Neste estudo inédito, saiba quais são as implicações da oralidade na economia.

A Economia da Oralidade se apropria da estrutura matricial da ciência econômica como uma complexa visão filosófica usada como lente para enxergar a oralidade. Ela contempla a oralidade sob o enfoque da teoria econômica, dos setores econômicos, da Macroeconomia e da Microeconomia, dos agentes econômicos, dos recursos escassos, dos insumos produtivos, do mercado, dos fatores econômicos, análise econômica, da teoria do consumidor, entre outros componentes econômicos.

SAIBA MAIS SOBRE A ECONOMIA DA ORALIDADE

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O que é?

A Economia da Oralidade é uma área do conhecimento dedicada ao estudo da economia aplicada ao uso da oralidade com excelência e das suas implicações sociais, políticas, culturais e tecnológicas na atividade econômica.

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Do que se trata

Trata do uso da oralidade como fator socioeconômico e um ativo intangível, considerando a premissa empírica que todo o dito causa mudança de comportamento e alteração no consumo de bens e serviços.

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O que é oralidade?

É uma modalidade do uso da língua. A oralidade é um bem inato, um bem natural, inerente ao ser humano que é desenvolvida nas mais diversas interações sociais.

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O que é letramento?

É um bem cultural, uma tecnologia que tem uma estrutura e funcionamento próprio e que mantem uma relação de continuidade com a oralidade.

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Com o que se ocupa?

Da análise da produção, da distribuição e do consumo da oralidade na macroeconomia e na microeconomia.

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Em que se sustenta?

Está sustentada na estrutura matricial da economia em geral, que contempla a teoria econômica, os setores econômicos, a macroeconomia e a microeconomia, os agentes econômicos, os recursos escassos, o processo produtivo, o mercado, os fatores econômicos.

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O que compreende?

Promover mudança no comportamento dos indivíduos, empresas ou países, por meio do aprimoramento da linguística aplicada às forças produtivas, representadas pelo trabalho humano, geradoras de riqueza e nas permanentes análises de intervenções na atividade econômica.

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Aferir valor à oralidade

Esta área da economia propõe valorar a oralidade como um ativo econômico por meio da elaboração de processos , metodologias e sistemas de mensuração que gerem evidências objetivas e indicadores de desempenho socioeconômico da oralidade, compreendendo a capacitação de indivíduos, empresas ou países  e a análise das suas implicações econômicas.

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Quais são os fatores de produção?

Terra  – Ter – Aparato Corporal (Fisiológico e Neuro-fisiológico)
Capital  – Poder – Conhecimento (intelecto)
Trabalho – Fazer – Comunicação (Ativo Econômico)

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Quais são os agentes econômicos?

São todos os indivíduos, empresas e órgãos públicos que participam de um mercado e possuem uma relação de troca de bens ou serviços.

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Quais os setores de produção?

Primário, secundário e terciário. Numa analogia podemos considerar para efeito desta área da economia que o setor primário a oralidade presencial, o secundário a oralidade midiática e a terciária a interface de voz, a robótica através da inteligência artificial.

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Quais são os principais recursos escassos?

Os recursos escassos desta área econômica são basicamente o tempo e o espaço. Estes fatores de produção da oralidade são o que constituem a condicionante do som, a condição tempo-especial.

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Amplitude da Economia da Oralidade

Consumo da oralidade tem sido ampliado consideravelmente pelas opções tecnológicas que proporcionam inovadoras maneiras de recepção auditiva de conteúdos de natureza oral.

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Por que a oralidade é tratada com pouco caso?

Constatamos especialmente na sociedade ocidental um fenômeno antropológico pouco considerado. A absoluta falta de oferta do ensino de um oralidade estrutura proporcional  sua  centralidade.

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A oralidade como conexões socioeconômicas

A linguagem oral é um sistema pelo qual o homem comunica seus sentimentos, ideias e estabelece conexões socioeconômicas através da fala.

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O objeto da economia é a escassez

Diante de necessidades comunicacionais humanas ilimitadas, a escolha adequada dos usos dos recursos escassos na oralidade é determinante, especialmente o fatores de produção tempo e espaço que sob a perspectiva da física quântica trata-se de um único fenômeno, o tempo-espacial.

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Planejar a fala para cada necessidade

Para cada demanda comunicativa é minimamente indispensável um plano de fala, pensarmos antes o que produzir, como produzir  e para quem produzir.

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Criar sua marca pessoal é um ativo econômico

Construir seu personal branding é fundamental para potencializar seu posicionamento no mercado e alcançar resultados socioeconômicos consistentes.

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O elemento essencial

A atenção é o estado cognitivo, emocional fundamental para toda relação humana e é o maior alvo de disputa na pós-modernidade, portanto, é o maior ativo econômico.

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Análise do consumo da oralidade

Um dos aspectos essenciais desta área econômica é a análise do consumo da oralidade sob a perspectiva da escuta estruturada.

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Planejamento da oralidade

Propõe a elaboração de planejamento dedicado a produção da oralidade, que compreende a preparação, ensaio e implementação, capaz de proporcionar ao praticante alcançar a sua melhor performance.

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Fator socioeconômico

A oralidade tem grande influência na maneira como vivemos, é por meio dela que as pessoas se comunicam com o mundo externo, através da voz que estabelecemos os nossos pontos de contato, um permanente fator socioeconômico.

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Qualidade de vida

É essencial a prática de planejar, pensar antes de falar, ganhando performance na comunicação, evitando o conflito e o ruído e semeando informação, diálogo e relacionamento humano, por isso, concebemos que a economia da oralidade promove a satisfação das necessidades humanas.

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Troca de experiências

Objetiva potencializar a interação entre as pessoas, oportunizar o compartilhamento das competências e experiências individuais do exercício da economia criativa.

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Significado de economia

A expressão economia no grego significa oikos (casa) e nomos (lei), portanto lei da casa, regra, administração da casa. Ao considerarmos o conhecimento bíblico e que somos “o templo, a casa de Deus”, onde Ele habita” e que a voz é a principal marca pessoal. A palavra pessoa (per+sona) por meio do som.

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Oralidade enquanto prática social

A oralidade é inerente ao ser humano e não será substituído por nenhuma tecnologia, mesmo com o avanço da inteligência artificial. Ela é um fator de identidade social, regional, grupal dos indivíduos, com plena repercussão no econômico.

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A voz é o que mais nos expõe

A voz é a função do corpo que mais se expõe e a que mais nos expõe, por isso, saber utilizá-la economicidade é uma habilidade vital e um relevante fator de viabilização das relações pessoais e profissionais.

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Identificação da cultura grupal

A viabilização do uso da linguagem oral em cada meio social, compreende identificar a cultura de determinado agrupamentos para aferir o alinhamento e o afinamento da oralidade, constituída pela objeto de linguagem e pela performance oral.

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A nova era da oralidade

A Economia da Oralidade está diagnosticando que as transformações geradas pela era digital está promovendo uma nova era da oralidade, resgatando a autentica forma do homem se comunicar.

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Fala e escrita

A oralidade é imediata, local e geral, já a escrita é mediata, longínqua e particular.

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A espontaneidade da fala

Há uma tendência nas empresas de evitar correr riscos na sua comunicação,usar a escrita ao invés da fala. Ao escrever a gente pensa antes, refaz, textualiza, já a fala como normalmente é espontânea, natural, você manifesta seu verdadeiro sentimento.

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Memória de trabalho

Entre os principais recursos de escassez da oralidade é o limite da memória de trabalho.

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Menos é mais!

Considerando um conceito de inovação como a capacidade de produzir mais usando mesmos quantidade de fatores de produção, na oralidade a economia da língua, usando o menor quantidade de palavras, o que na prática significa ter ganhos de eficiência no processos produtivos da fala.

Algumas áreas de atuação da Economia da Oralidade

  • Comunicação Interna e Institucional:
  • Formativa (Comercial/Vendas – relacionamento com os profissionais da área e equipe interna);
  • Promocional (rotinas de produção/ação direta);
  • Marketing de Relacionamento (feedback /planejamento);
  • Educacional (cursos, ensino à distância, treinamento, conteúdo de docentes);
  • Edição de conteúdos de palestras, conferências e pronunciamentos;
  • Uso profissional da voz.