A Economia da Oralidade é uma área do conhecimento dedicada ao estudo transdisciplinar aplicado ao pleno uso econômico da oralidade e suas implicações sociais, políticas, culturais e tecnológicas.

Tudo aquilo que você diz e ouve impacta diretamente na sua vida. Conhecimento, consciência e controle são seus ativos econômicos. Neste estudo inédito, saiba quais são as implicações da oralidade na economia.

A Economia da Oralidade se apropria da estrutura matricial da ciência econômica como uma complexa visão filosófica usada como lente para enxergar a oralidade. Ela contempla a oralidade sob o enfoque da teoria econômica, dos setores econômicos, da Macroeconomia e da Microeconomia, dos agentes econômicos, dos recursos escassos, dos insumos produtivos, do mercado, dos fatores econômicos, análise econômica, da teoria do consumidor, entre outros componentes econômicos.

SAIBA MAIS SOBRE A ECONOMIA DA ORALIDADE

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O que é?

A Economia da Oralidade é uma área do conhecimento dedicada ao estudo da economia aplicada ao uso da oralidade com excelência e das suas implicações sociais, políticas, culturais e tecnológicas na atividade econômica.

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Do que se trata?

Trata do uso da oralidade como fator socioeconômico e um ativo intangível, considerando a premissa empírica que todo o dito causa mudança de comportamento e alteração no consumo de bens e serviços.

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O que é oralidade?

É uma modalidade do uso da língua. A oralidade é um bem inato, um bem natural, inerente ao ser humano que é desenvolvida nas mais diversas interações sociais.

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O que é letramento?

É um bem cultural, uma tecnologia que tem uma estrutura e funcionamento próprio e que mantem uma relação de continuidade com a oralidade.

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Com o que se ocupa?

Da análise da produção, da distribuição e do consumo da oralidade na macroeconomia e na microeconomia.

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Em que se sustenta?

Está sustentada na estrutura matricial da economia em geral, que contempla a teoria econômica, os setores econômicos, a macroeconomia e a microeconomia, os agentes econômicos, os recursos escassos, o processo produtivo, o mercado, os fatores econômicos.

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O que compreende?

Promover mudança no comportamento dos indivíduos, empresas ou países, por meio do aprimoramento da linguística aplicada às forças produtivas, representadas pelo trabalho humano, geradoras de riqueza e nas permanentes análises de intervenções na atividade econômica.

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Aferir valor à oralidade

Esta área da economia propõe valorar a oralidade como um ativo econômico por meio da elaboração de processos , metodologias e sistemas de mensuração que gerem evidências objetivas e indicadores de desempenho socioeconômico da oralidade, compreendendo a capacitação de indivíduos, empresas ou países  e a análise das suas implicações econômicas.

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Quais são os fatores de produção?

Terra  – Ter – Aparato Corporal (Fisiológico e Neuro-fisiológico)
Capital  – Poder – Conhecimento (intelecto)
Trabalho – Fazer – Comunicação (Ativo Econômico)

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Quais são os agentes econômicos?

São todos os indivíduos, empresas e órgãos públicos que participam de um mercado e possuem uma relação de troca de bens ou serviços.

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Quais os setores de produção?

Primário, secundário e terciário. Numa analogia podemos considerar para efeito desta área da economia que o setor primário a oralidade presencial, o secundário a oralidade midiática e a terciária a interface de voz, a robótica através da inteligência artificial.

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Quais são os principais recursos escassos?

Os recursos escassos desta área econômica são basicamente o tempo e o espaço. Estes fatores de produção da oralidade são o que constituem a condicionante do som, a condição tempo-especial.

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Amplitude da Economia da Oralidade

Consumo da oralidade tem sido ampliado consideravelmente pelas opções tecnológicas que proporcionam inovadoras maneiras de recepção auditiva de conteúdos de natureza oral.

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Por que a oralidade é tratada com pouco caso?

Constatamos especialmente na sociedade ocidental um fenômeno antropológico pouco considerado. A absoluta falta de oferta do ensino de um oralidade estrutura proporcional  sua  centralidade.

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A oralidade como conexões socioeconômicas

A linguagem oral é um sistema pelo qual o homem comunica seus sentimentos, ideias e estabelece conexões socioeconômicas através da fala.

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O objeto da economia é a escassez

Diante de necessidades comunicacionais humanas ilimitadas, a escolha adequada dos usos dos recursos escassos na oralidade é determinante, especialmente o fatores de produção tempo e espaço que sob a perspectiva da física quântica trata-se de um único fenômeno, o tempo-espacial.

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Planejar a fala para cada necessidade

Para cada demanda comunicativa é minimamente indispensável um plano de fala, pensarmos antes o que produzir, como produzir  e para quem produzir.

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Criar sua marca pessoal é um ativo econômico

Construir seu personal branding é fundamental para potencializar seu posicionamento no mercado e alcançar resultados socioeconômicos consistentes.

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O elemento essencial

A atenção é o estado cognitivo, emocional fundamental para toda relação humana e é o maior alvo de disputa na pós-modernidade, portanto, é o maior ativo econômico.

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Análise do consumo da oralidade

Um dos aspectos essenciais desta área econômica é a análise do consumo da oralidade sob a perspectiva da escuta estruturada.

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Planejamento da oralidade

Propõe a elaboração de planejamento dedicado a produção da oralidade, que compreende a preparação, ensaio e implementação, capaz de proporcionar ao praticante alcançar a sua melhor performance.

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Fator socioeconômico

A oralidade tem grande influência na maneira como vivemos, é por meio dela que as pessoas se comunicam com o mundo externo, através da voz que estabelecemos os nossos pontos de contato, um permanente fator socioeconômico.

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Qualidade de vida

É essencial a prática de planejar, pensar antes de falar, ganhando performance na comunicação, evitando o conflito e o ruído e semeando informação, diálogo e relacionamento humano, por isso, concebemos que a economia da oralidade promove a satisfação das necessidades humanas.

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Troca de experiências

Objetiva potencializar a interação entre as pessoas, oportunizar o compartilhamento das competências e experiências individuais do exercício da economia criativa.

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Significado de economia

A expressão economia no grego significa oikos (casa) e nomos (lei), portanto lei da casa, regra, administração da casa. Ao considerarmos o conhecimento bíblico e que somos “o templo, a casa de Deus”, onde Ele habita” e que a voz é a principal marca pessoal. A palavra pessoa (per+sona) por meio do som.

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Oralidade enquanto prática social

A oralidade é inerente ao ser humano e não será substituído por nenhuma tecnologia, mesmo com o avanço da inteligência artificial. Ela é um fator de identidade social, regional, grupal dos indivíduos, com plena repercussão no econômico.

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A voz é o que mais nos expõe

A voz é a função do corpo que mais se expõe e a que mais nos expõe, por isso, saber utilizá-la economicidade é uma habilidade vital e um relevante fator de viabilização das relações pessoais e profissionais.

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Identificação da cultura grupal

A viabilização do uso da linguagem oral em cada meio social, compreende identificar a cultura de determinado agrupamentos para aferir o alinhamento e o afinamento da oralidade, constituída pela objeto de linguagem e pela performance oral.

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A nova era da oralidade

A Economia da Oralidade está diagnosticando que as transformações geradas pela era digital está promovendo uma nova era da oralidade, resgatando a autentica forma do homem se comunicar.

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Fala e escrita

A oralidade é imediata, local e geral, já a escrita é mediata, longínqua e particular.

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A espontaneidade da fala

Há uma tendência nas empresas de evitar correr riscos na sua comunicação,usar a escrita ao invés da fala. Ao escrever a gente pensa antes, refaz, textualiza, já a fala como normalmente é espontânea, natural, você manifesta seu verdadeiro sentimento.

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Memória de trabalho

Entre os principais recursos de escassez da oralidade é o limite da memória de trabalho.

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Ganhos de eficiência

Considerando um conceito de inovação como a capacidade de produzir mais usando mesmos quantidade de fatores de produção, na oralidade a economia da língua, usando o menor quantidade de palavras, o que na prática significa ter ganhos de eficiência no processos produtivos da fala.

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O ouvido direito é mais eficiente

Pesquisadores italianos afirmam que pedidos feitos às pessoas no ouvido direito são mais atendidos porque, assim, as pessoas processam as informações melhor do que quando usam o lado esquerdo pelo fato do percurso para a área auditiva do cérebro ser menor.

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Desperte a consciência

A ausência de consciência plena sobre e fenômeno como um todo, o que impossibilita a conquista da autonomia linguística capaz de exercer controle sobre os mais variados e diversos parâmetros da oralidade e por consequência a presença de uma competência de um pensamento crítico, em especial sobre a administração do excesso de informações que estamos expostos na contemporaneidade.

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Centralidade da fala

A fala é uma atividade muito mais central do que a escrita no dia a dia da maioria das pessoas. Contudo, as instituições escolares dão à fala atenção quase inversa à sua centralidade na relação com a escrita. Crucial neste caso é que não se trata de uma contradição, mas de uma postura. (Marcuschi, 1997)

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Oralidade fora da escola

Reconhece-se que a escola ocidental tem uma inquestionável e inestimável contribuição à sociedade humana, porém há como evidência objetiva de uma lacuna educacional sobre o ensino organizado e estruturado da oralidade, fenômeno que permanece persistentemente até nossos dias.

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Manifestação da pessoa

A oralidade permite a conquista da plena de expressão do pensamento estruturado, do exercício do poder sobre si focado do legítimo interesse do outro, na formação de liderança, na manifestação da personalidade (Pessoa no latim: Por meio do som), vencer a infantilidade intelectual (Infantil do latim: “aquele que não fala”), se referindo a criança.

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Audibilidade e mobilidade

Num mundo onde a escassez do tempo supera qualquer outro favor exis-tencial, justamente por permitir que outras funções indispensáveis e inadiáveis.possam ser realizadas, enquanto se está ouvindo conteúdos de interesse, quando e onde o ouvinte desejar.

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Verdadeiro Sentimento

Há uma tendência nas empresas de evitar correr riscos na sua comunicação, usar a escrita ao invés da fala. Ao escrever a gente pensa antes, refaz, textualiza, já a fala como normalmente é espontânea, natural, você manifesta seu verdadeiro sentimento.

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Memória de trabalho

O fato é que muitas das nossas plataformas de comunicação estão priorizando voz à comunicação, com isso ganhando personalidade  por meio do som, da música, da palavra cantada em especial da palavra falada.

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Estudar a oralidade

“Manifestações da língua oral e escrita são manifestações da língua. Então, para se entender a língua na sua totalidade, precisa-se estudar o oral também, e não só o escrito.”

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A dimensão da palavra falada

É nessa dimensão que uma palavra se situa antes de tudo. A palavra é essencialmente o meio de ser reconhecido. Ela está lá antes de toda coisa que está por detrás. E, é por lá que ela é ambivalente, absolutamente insondável. O que ela diz, é verdade? E o que não diz, é verdade? É uma miragem. É essa miragem primeira que vos assegura que estais no território da palavra. (Jacques Lacan, 1998)

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Proeminência da oralidade

É complicado para pessoas de uma cultura letrada pensar nas palavras sem vinculá-las à escrita. Entretanto, a Oralidade pode existir sem a escrita, mas nunca a escrita existirá sem a oralidade.

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Pistas visuais com o imaginário

É interessante também destacar que a nossa audição, normalmente, se torna mais aguda quando não temos pistas visuais, em que tais lacunas são preenchidas pelo imaginário.

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Oikonomos, lei da casa

A palavra economia (da Língua Grega: oíkos + nómos) significa a “lei da casa”, “administração da casa”, o que nos habilita a considerar “casa” também
como indivíduos, empresas, países ou o mundo como um todo.

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Aparato corporal, nossa casa

Sob a perspectiva do indivíduo, podemos considerar “casa” como o aparato corporal,  capaz de promover a realização da fala por meio do seu sistema fonador. Como indivíduos, temos a responsabilidade de administrar a “casa” para o seu funcionamento integral, e isso inclui, prioritariamente, o uso pleno da Oralidade.

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Pistas visuais com o imaginário

É interessante também destacar que a nossa audição, normalmente, se torna mais aguda quando não temos pistas visuais, em que tais lacunas são preenchidas pelo imaginário.

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Pensamento projetado

A Economia da Oralidade é fator de produção e da manifestação do pensamento projetado na forma de voz, e isso se aplica à formulação e disseminação do pensamento  gerador de riqueza, seja de capitais e ativos tangíveis e intangíveis.

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Som articulado

“Os seres humanos se comunicam de formas diversas, mas nenhuma delas é comparável à linguagem por meio do som articulado; o próprio pensamento está relacionado, de um modo muito especial, ao som”.

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Pessoa, persona no latim

O prefixo per corresponde a por e sona, a som. A palavra pessoa quer dizer “o som passa por meio de”, referindo-se à voz humana. Já na raiz grega, a expressão é per son “por meio do som”, expressão literalmente incorporada pela língua inglesa para designar pessoa: person.u

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Som articulado

A pessoa é manifestada pelo som articulado que ela emite, expondo a sua individualidade, sua identidade, sua personalidade. Pela contribuição da Etimologia, podemos deduzir que a voz e, por extensão, a Oralidade, é a principal marca pessoal.

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Uso pleno da voz

Permite a formação, a capacitação e a instrumentalização do uso pleno da língua na prática social e oferece um conhecimento organizado e estruturado como um insumo produtivo para avaliar a intervenção da Oralidade na atividade econômica.

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A identidade da voz

Por meio da voz é que somos identificados e como nos identificamos com o mundo, disponibilizando ao mercado os nossos atributos pessoais e as nossas competências profissionais. Isso nos permite afirmar que a marca pessoal é o nosso principal ativo econômico. 

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A nossa Marca Pessoal

Criar a marca pessoal em primeira instância, é essencial para a criação da marca vocal, o que é imprescindível, não somente para o exercício da atividade econômica, mas para o crescimento e desenvolvimento econômico da sociedade como um todo.

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Marca Organizacional

É pelo conjunto das marcas pessoais ativas que se alcança a máxima produtividade comunicativa e econômica, também, capaz de contribuir com as marcas organizacionais.

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Oralidade e letramento

O conceito de Oralidade para fins da constituição desta área econômica, como uma modalidade da linguística destinada ao estudo das estruturas constitutivas da linguagem falada, da performance e do comportamento do uso da língua na prática social, incluindo-se, os vínculos linguísticos com o letramento dentro da teoria da continuidade

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Pensamos palavras

Pensamos palavras necessárias para a formulação das sentenças, dos enunciados e de toda a nossa fraseologia. Pensamos substantivo, verbo e complemento.

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Leitura silenciosa

Ler silenciosamente é um ato de ouvir, capaz de viabilizar e qualificar o pensamento responsável pela racionalidade e emocionalidade, conforme pode-se compreender.

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Dinâmicas da comunicação

A circularidade, linearidade e hipertextualidade8 são respectivamente estruturas embrionárias da oralidade, do letramento e do universo digital. São as colunas que sustentam as dinâmicas da comunicação humana.

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Circularidade da Oralidade

A oralidade obedece a um percurso circular devida a necessidade de repetição do conhecimento e pela forma com que as informações transitam, antológica e emblematicamente pela tradição oral que invariavelmente se serve da formação de roda de conversa.

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Teoria econômica da oralidade

A base da constituição da teoria econômica da oralidade, bem como seus pressupostos estão sustentados por meio de leis consagradas universalmente de natureza ética e moral, em consonância com os pensamentos econômicos de Adam Smith, a partir das suas duas obras principais a Teoria dos Sentimentos Morais e a Riqueza das Nações.

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Fator: Natureza Humana

As teorias econômicas que não levam em consideração as características na natureza humana e as virtudes indispensáveis para efetivo geração de riqueza, seja tangível ou intangível, pode estar cercada de uma argumentação ideológica amparada em uma racionalidade hipoteticamente admissível, mas sem sustentação baseada na verdade, na realidade humana.

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Virtudes humanas consagradas

A teoria econômica da oralidade se sustenta em principais norteadores das virtudes humanas, capazes de gerar verdadeiramente uma economia que contemple irrestritamente todos os aspectos da nossa humanidade, além dos resultados de desenvolvimento das forças produtivas em si que não comtemple o valor econômico da plena qualidade de vida.

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Resgate do ser social

A Economia da Oralidade tem a missão de resgatar integralmente o homem como, conscientizando da sua condição plena um “ser social”, ressuscitando as características da humanização da sociedade, reabilitando o nosso maior valor, a nossa humanidade original.

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Mais com menos fatores de produção

A capacidade de produzir mais, usando menos fatores de produção, é um princípio econômico também para a oralidade, o que, na prática, significa aumentar a produtividade nos processos comunicativos e no desempenho da economia como um todo.

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Uso pleno da fala na prática social

A oralidade sob a perspectiva econômica possibilita a formação, a capacitação e a instrumentalização do uso pleno da fala na prática social e disponibiliza um conhecimento organizado e estruturado como um fator de produção econômico capaz de gerar riqueza e valor agregado ao indivíduo, empresas ou países

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Manifestação da pessoa

A oralidade permite a conquista da plena de expressão do pensamento estruturado, do exercício do poder sobre si focado do legítimo interesse do outro, na formação de liderança, na manifestação da personalidade (Pessoa no latim: Por meio do som), vencer a infantilidade intelectual (Infantil do latim: “aquele que não fala”), se referindo a criança.

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Pensamento crítico e criativo

Esta competência linguística habilita o indivíduo a ganhar autonomia intelectual na produção do pensamento crítico e criativo para ser projetado com excelência na forma de voz, por meio do uso performático e comportamental da oralidade, como um fator de produção econômico.

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Tornar-se um sentenciador

A manifestação do pensamento elaborado habilita o indivíduo a tornar-se um comunicador sistêmico que permita tornar-se um sentenciador semeador no seu âmbito de ação, capaz de formular e proclamar sentenças decisórias em contextos e circunstâncias complexas, na sua contemporaneidade.

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Menos é mais

A conotação dada neste estudo à expressão Economia da Oralidade compreende a Ciência Econômica da Oralidade, mas corresponde, também, ao uso do menor número possível de palavras, desde que sejam capazes de expressar eficazmente o enunciado proclamado, seguindo a premissa disseminada na área da comunicação de que “menos é mais” e da educação de que “pouco é muito”.

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Uso da simplicidade

Estas sentenças “menos é mais” e o “pouco é muito” fazem parte da palavra “minimalismo” que surgiu de um conjunto de movimentos artísticos e culturais do século XX, desencadeado nos EUA, que tinha como preceito o uso de poucos elementos visuais, ou seja, da simplicidade.

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Produzir mais com menos fatores

A capacidade de produzir mais, usando menos fatores de produção, é um princípio econômico também para a Oralidade, o que, na prática, significa usar o menor número possível de palavra desde que a mensagem esteja o objetivo, clara, concisa, ganhando produtividade nos processos comunicativos e do desempenho da economia como um todo.

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Enfoque transdisciplinar

O enfoque da teoria econômica, dos setores econômicos, da Macroeconomia e da Microeconomia, dos agentes econômicos, dos recursos escassos, dos insumos produtivos, do mercado, dos fatores econômicos, da análise econômica, da teoria do consumidor, em uma perspectiva transdisciplinar.

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O que é a transdisciplinar

A transdisciplinaridade é uma abordagem científica que visa a unidade do conhecimento. Compreende do pensamento complexo do entre, do através, a partir do ser integral, procura estimular uma nova compreensão da realidade, articulando os elementos das disciplinas envolvidas no estudo.

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Áreas investigadas

Além das áreas da Economia e da Linguística com ênfase na Oralidade, estão elencados neste estudo os campos da: Acústica, Antropologia, Design, Filosofia, Neurociência, Neurolinguística, Psicologia, Psicanálise, Hipnose, Música, Canto, Poesia, Fisiologia, Storytelling, Arte Cênica, Teologia, entre outros igualmente relevantes como insumo teórico e prático para contribuir com a formulação e o desenvolvimento da Economia da Oralidade.

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Aspectos investigados

Além dos elementos que compõe as disciplinas investigadas sobre o objeto de estudo, capaz de gerar proposições abertas, holísticas, inclusivas, criativas, complexas, cooperativas, colaborativas, afetivas apropriadas para o propósito comunicacional.

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A missão da EO

A missão desta área econômica é a valorar e a valorizar a Oralidade, posicionando-a na centralidade que ela efetivamente ocupa nas relações humanas, principalmente junto a área do conhecimento que está circunscrita, a Linguística, a partir da composição da sua teorização, conceitualização e contextualização para cientificar economicamente o universo do uso da voz humana.

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Resultado da semeadura

Semeamos palavras e colhemos de acordo com que semeamos. Semear é um processo que exige um cuidado, um cultivo posterior a semeadura propriamente dita. De igual modo o uso das palavras requer um zelo, um monitoramento em todo o processo de fala que inclui o antes, o preparo, o durante, o ato de fala e o depois, a colheita resultante do que foi semeado pela palavra.

 

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Princípio da criação

A semente é o microcosmo da agricultura, é a gênese da reprodução, assim como a palavra é para oralidade, o princípio da criação que constituem a síntese da economia.
A semente, o sêmen, a semântica derivam da palavra sema que significa sinal, onde está contida toda a genética para a qual estão designadas.

 

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Embrião da comunicação

O embrião é o núcleo da semente, a sua porção mais delicada onde está o germe da vida, a exemplo das dicotiledôneas, como o grão de trigo, amendoim, feijão. Parte dela se decompõe, “morre”, se tornam adubo e outra parte, a embrionária, germina para originar a planta, materialização da razão da sua existência. A palavra obedece ao mesmo processo para manifestar o sentido, sentimento, significado por meio do seu enunciado.

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Elementos da semeadura

Os três elementos da lei da semeadura são: o semeador, a semente e o solo. O semeador é aquele que semeia a palavra, o agricultor, a semente é a palavra e o solo, aquele em quem a palavra semeada.

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Embrião da economia

Em suma, enfatizamos: “Assim como a semente, também, a palavra é o embrião da economia”.
A semente é um capital e ativo tangível, uma commodity, a palavra é um capital e ativo intangível, porém, ambas vitais para a humanidade.

 

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Geração de riqueza

O semeador é metaforicamente aquele que semeia a palavra. Assim o orador parte para sua missão de enunciar sua mensagem, soando bem as palavras para gerar riqueza a si mesmo e aos seus ouvintes.

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Frutos saudáveis

A palavra deve ser regada para na medida certa ser hidratada para gerar o fruto a qual está destinada. A que é regada insuficientemente não se desenvolve e tende a morrer ou dar um fruto anormal, já quando há um excesso de água pode ser afogada, assim como a semente. Palavra bem regada germinada naturalmente produz frutos saudáveis.

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Cultivo da palavra falada

O uso da oralidade sob a perspectiva econômica que necessita cumprir todas as etapas do seu processo que vai desde a sua preparação do planejamento da fala, envolvendo o intrapessoal, primeiro e o interpessoal, depois, o ato de fala em si, analogicamente correspondendo ao plantio em uma lavoura, dos cuidados em evitar possíveis expressões ambíguas, sofistas, irônicas ou quaisquer outras que danifiquem a sua comunicação.

 

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Palavra tóxicas

As palavras a base de agrotóxicos, preparadas para atingir o rapidamente seu objetivo de induzir as pessoas a crerem na mensagem, sem o tempo necessário para ser discernida, São palavras com graus de toxidade com o propósito de manipular a mente das pessoas. Essas palavras têm a propriedade de intoxicar os seus ouvidos mesmo que elas os alimentem, porém, junto com o alimento vem a toxidade contida nelas. 

 

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Palavras orgânicas

As palavras orgânicas que são preparadas de forma natural e que tem como propósito alimentar bem as pessoas gerando saúde aos seus consumidores, são palavras que tem um propósito de alimentar integralmente seus ouvintes. Para tal necessita de cultivo próprio, a partir da sua concepção, produção, distribuição até o seu consumo final.

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Paradoxo revelado

A base da Economia da Oralidade se dá pela constatação de um paradoxo revelada pelo estudo, onde há uma permanente sistemática e ininterrupta intervenção da oralidade sobre os indivíduos e em todas as relações humanas, e de outro, constitui-se em um fenômeno raramente percebido pelo senso comum.

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Paradoxo tratado

Este distanciamento entre a perceptividade e o permanente impacto social, político, cultural e tecnológico que a oralidade promove é o paradoxo tratado por esta área econômica e o paradigma a ser desconstruído.

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Centralidade da fala

A fala é uma atividade muito mais central do que a escrita no dia a dia da maioria das pessoas. Contudo, as instituições escolares dão à fala atenção quase inversa à sua centralidade na relação com a escrita. Crucial neste caso é que não se trata de uma contradição, mas de uma postura. (Marcuschi, 1997)

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Comportamento humano

Este estudo ratifica a afirmação de Marcuschi, mas entende ser um recorte desta realidade que transcende o âmbito das instituições escolares e recai integralmente sobre a estrutura comportamental da natureza humana, inde-pendentemente da sua cultura, época e povo.

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Ausência educacional

Evidencia-se a rasa perceptividade sobre o fenômeno da oralidade, entre as hipóteses possíveis, a ausência da oferta de um ensino estruturado e mesmo de um estímulo intencional nas práticas sociais que leve ao seu desenvolvimento consciente e coerente à centralidade que ocupa na vida cotidiana das pessoas.

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Lacuna educacional

Reconhece-se que a escola ocidental tem uma inquestionável e inestimável contribuição à sociedade humana, porém, ainda que em hipótese, há como evidência objetiva desta lacuna educacional sobre o ensino da oralidade que permanece persistentemente até nossos dias, mesmo que não explicitadamente.

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Capacitação necessária

Urge a necessidade de iniciativas consistentes que permite quebrar estes paradigmas, provendo metodologias ativas, processos de ensino-aprendizagem, formação da docência, capaz de promover uma efetiva capacitação aos discentes de uma oralidade eficaz que possibilite o pleno exercício da cidadania, bem como para o exercício das futuras atividades profissionais.

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Competência linguística

Não se trata de uma crítica as estruturas e os modos operantes das sociedades humanas e por extensão da escola, mas de um diagnostico que sirva como substrato para a promoção de soluções e alternativas de aprimoramento desta competência linguística no contexto educacional.

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Afirmação da filosofia econômica

A economia, que é das ciências humanas, a mais avançada, a mais sofisticada, tem um poder muito fraco e erra muitas vezes nas suas previsões, porque está ensinando de um modo que privilegia o cálculo
e esquece todos os outros fatores, os aspectos humanos; sentimento, paixão, desejo, temor, medo.

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Contextualização da filosofia econômica

Quando há um problema na bolsa, quando as ações despencam, aparece um fator totalmente irracional que é o pânico, que, frequentemente, faz com que o fator econômico tenha a ver com o humano, e por sua vez se liga à sociedade, à psicologia, à mitologia. Essa realidade social é multidimensional, o econômico é uma dimensão dessa sociedade, por isso, é necessário contextualizar todos os dados. (MORIN (xxx, p.xx)

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Vocação transdisciplinar

A Ciência Econômica conforma-se às características do objeto de estudo, portanto com uma vocação transdisciplinar, principalmente por ser um setor que se dedica a diagnosticar cenários econômicos, e para tal, demanda uma visão sistêmica.

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Valoração e valorização da oralidade

O propósito da Economia da Oralidade é valorar e valorizar esta modalidade do uso da língua sob as bases da ciência econômica composta da teorização, contextualização e contextualização desta área econômica. Dedica-se à intervenção da competência da oralidade como atividade meio nas mais diversas necessidades comunicativas para fins econômicos.

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Capitais e ativos intagíveis

Compreende-se por capitais e ativos intangíveis todas as propriedades de indivíduos e corporações possuidoras de características perfeitamente reconhecidas, entre os quais destacamos: informação, conhecimento, criatividade, comportamento, valor, princípio, marca, inovação, bem como a capacidade de comunicação e relacionamento com o mercado.

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Análise econômica da oralidade

Trata-se de um campo de estudo relevante para as novas relações empresariais, produtivas e mercadológicas, necessitadas do impulso gerado pela Economia da Oralidade, notadamente no seu processo de análise, produção e consumo da oralidade como fator econômico.

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Autonomia intelectual

Esta competência linguística habilita o indivíduo a ganhar autonomia intelectual na produção do pensamento crítico e criativo para ser projetado com excelência na forma de voz, por meio do uso performático, comportamental e econômico da oralidade.

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Desperte a consciência

A ausência de consciência plena sobre e fenômeno como um todo, o que impossibilita a conquista da autonomia linguística capaz de exercer controle sobre os mais variados e diversos parâmetros da oralidade e por consequência a presença de uma competência de um pensamento crítico, em especial sobre a administração do excesso de informações que estamos expostos na contemporaneidade.

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Proclamar sentenças

A manifestação do pensamento elaborado, habilita o indivíduo a tornar-se um sentenciador no seu âmbito de ação, instância máxima da competência comunicativa, capaz de formular e proclamar sentenças decisórias em contextos e circunstâncias complexas e invariavelmente difusas, quando muito confusas.

106

Riqueza econômica

Para se obter riqueza econômica por meio da economia da oralidade há necessidade de se estabelecer um planejamento temático que possibilite tal realização.

107

Parâmetros linguísticos

A apropriação deste conjunto de conhecimento tem o propósito de gerar consciência plena sobre o fenômeno da oralidade que possibilita a aquisição do controle e da gestão sobre todos os seus parâmetros linguísticos e para-linguísticos.

108

Entender o linguístico

Entende-se por linguístico a verbalização da língua pelo oral e pela escrita, e por para-linguístico as emissões melódicas da voz, suas diversas entonações, volumes, velocidades, ritmos, pausas, alturas, amplitudes, incluindo, os sotaques.

109

Pressupostos de Adam Smith

A base da constituição da teoria econômica da oralidade, bem como seus pressupostos estão sustentados por meio de leis consagradas universalmente de natureza ética e moral, em consonância com os pensamentos econômicos de Adam Smith, a partir das suas duas obras principais a teoria dos sentimentos Morais publicado em 1759 e a riqueza das ações obra que o notabilizou como o precursor e formulador da Economia Política Clássica.

110

Professor de retórica

Importante destacar que Adam Smith foi professor de retórica, um dos gêneros da oralidade, e de literatura, tendo no ano seguinte lecionado lógica Glasgow College em 1751 e, no ano seguinte recebeu a cadeira de filosofia moral onde publicou a obra The Theory of Moral Sentiments.

111

Caráter econômico

Por isso, alinhamos a constituição da Economia da Oralidade pelos pensamentos consubstanciados nestas obras de Adam Smith sustentados que determinam o caráter econômico da oralidade para a efetiva e afetiva “administração da casa”, sejam em qual âmbito queiramos considerar, globalmente, no âmbito da macroeconomia, nos governos, nas empresas e nas famílias, bem como sob a perspectiva das relações do indivíduo no espectro da microeconomia.

112

A violação da lei

A economia radicalmente concebida como a “lei da casa”, ela subsiste por leis que a constituem e as viabilizam. O sucesso econômico de qualquer produto ou serviço, de natureza tangível ou intangível, depende diretamente do cumprimento, da obediência a estes pressupostos. Quando uma lei é violada,
as consequências são inevitáveis, sejam de efeito imediato ou retardado.

113

Comportamento humano

Como uma teoria econômica pode prevalecer sem considerar o comportamento humana, tais como: ganância, egoísmo, orgulho, vaidade, aptidão ao crime, nos mais variados graus de perversão, como assassinatos, homicídios, atrocidades sexuais, abominações, roubos, corrupções, capazes de vitimar centenas de milhares de pessoas direta ou indiretamente, em uma lista interminável da tragédia do gênero humano.

114

Valores humanos

Por esta razão, a teoria econômica da oralidade se sustenta em principais norteadores das valores humanos, capazes de gerar verdadeiramente uma economia que contemple irrestritamente todos os aspectos da nossa humanidade, além dos resultados de desenvolvimento das forças produtivas em si que não comtemple o valor econômico da plena qualidade de vida. intercâmbios conversacionais, fluxos dialógicos, e outras competências linguísticas.

115

Pensamento crítico e criativo

Esta competência linguística habilita o indivíduo a ganhar autonomia intelectual na produção do pensamento crítico e criativo para ser projetado com excelência na forma de voz, por meio do uso performático e comportamental da oralidade, como um fator de produção econômico.

116

Comunicador sistêmico

O comunicador sistêmico é aquele que considera integralmente todos estes elementos componentes de determinado evento comunicativo, analisa e avalia todo o contexto para subsidiá-lo estrategicamente para precisar o ato de fala, além da capacidade sensível de uma escuta estruturada.

117

Potenciar a empatia

O comunicador sistêmico deve considerar até aspectos que normalmente passam desapercebidos. Em uma conversa todas as microexpressões faciais e vocais são identificadas. É essencial encontrar os tons vocais mais adequados para transmitir com afetividade o que se quer dizer, capaz de potencializar a empatia com o interlocutor ou interlocutores.

118

5 Ws da oralidade

Permite avaliar o que, por que, como, quando, onde devemos falar, se aquilo que pretendemos dizer tem a relevância para a audiência ou para determinado interlocutor. Se o enunciado possui valor econômico ou são conversas para fins relacionais. É desejável preparar precisamente nossas falas, meditar as consequências de determinada afirmação, adquirir capacidade de previsão dos desdobramentos do que se pretende dizer e assim por diante.

119

Modalidades da EO

A poesia, a prosa, o poema, a aldravia15, a suma, a síntese, os provérbios, frases de efeito, as metáforas, as parábolas, são modalidades de economia da oralidade.

120

Laconismo

A origem do termo remete à Lacônia, região da Península do Peloponeso, onde localizava-se Esparta, próximo de Atenas na Grécia Antiga. Os espartanos eram conhecidos por usarem poucas palavras para se expressar. Isto possivelmente estava relacionado à irrelevância dos espartanos às artes, diferentemente aos atenienses com a retórica e filosofia eram artes que necessitavam de longas exposições verbais para debater e convencer interlocutores através de argumentações.

121

Visão filosófica

Além do estudo integral proveniente da modalidade linguística dedicada
as estruturas de fala e suas relações com o letramento, a Economia da Oralidade se apropria da ciência econômica como uma complexa visão filosófica que se serve da exatidão matemática usada para tratar a oralidade como objeto de estudo.

122

Enfoque

Contempla-se o enfoque da teoria econômica, dos setores econômicos, da Macroeconomia e da Microeconomia, dos agentes econômicos, dos recursos escassos, dos insumos produtivos, do mercado, dos fatores econômicos, da análise econômica, da teoria do consumidor, em uma perspectiva transdisciplinar.

123

Áreas investigadas

Além das áreas da Economia e da Linguística , estão elencados neste estudo os campos da: Acústica, Antropologia, Design, Filosofia, Neurociência, Neurolinguística, Psicologia, Psicanálise, Hipnose, Música, Canto, Poesia, Fisiologia, Storytelling, Arte Cênica, Teologia, entre outros igualmente relevantes como insumo teórico e prático para contribuir com a formulação e o desenvolvimento da Economia da Oralidade.

124

Visão sistêmica

Além dos elementos que compõe as disciplinas investigadas sobre o objeto de estudo, capaz de gerar proposições abertas, holísticas, inclusivas, criativas, complexas, cooperativas, colaborativas, afetivas apropriadas para o propósito comunicacional.

125

Elementos da oratória

A oralidade e mais especificamente o gênero oratória depende, de um enunciado (mensagem), de enunciador (mensageiro) e enunciatário (audiência), para existir dentro de cada contexto e circunstância. 

126

A oratória contempla

A oratória contempla a capacidade de memorização e composição dos elementos do discurso, postura vocal, corporal, dicção, posicionamento dos olhos em relação à plateia, movimento das mãos, a ocupação do corpo no espaço cênico entre outros elementos do ato de fala destinado necessariamente a uma plateia.

127

Oratória, em gênero

A oratória é um dos gêneros da oralidade, assim como o canto, a declamação, a arte da contação de histórias (storytelling), as diversas possibilidades de intercâmbios conversacionais circunscritos desta modalidade linguística.

128

Ativos intangíveis

Compreende-se por capitais e ativos intangíveis todas as propriedades de indivíduos e corporações possuidoras de características perfeitamente reconhecidas, entre os quais destacamos: informação, conhecimento, criatividade, comportamento, valor, princípio, marca, inovação, bem como a capacidade de comunicação e relacionamento com o mercado.

129

Mercado

O conceito de mercado pode ser compreendido como um ambiente de troca
de bens e serviços está fundamentado nos interesses econômicos entre os atores sociais e os agentes econômicos viabilizados pela conectividade promovida pela capacitada econômica da oralidade.

130

Análise Econômica da Oralidade

Trata-se de um campo de estudo relevante para as novas relações empresariais, produtivas e mercadológicas, necessitadas do impulso gerado pela Economia da Oralidade, notadamente no seu processo de análise econômica, produção e consumo da oralidade como fator econômico.

131

Automonia intelectual

Esta competência linguística habilita o indivíduo a ganhar autonomia intelectual na produção do pensamento crítico e criativo para ser projetado com excelência na forma de voz, por meio do uso performático, comportamental e econômico da oralidade.

132

Tornar-se um sentencionar

A manifestação do pensamento elaborado, habilita o indivíduo a tornar-se um sentenciador no seu âmbito de ação, instância máxima da competência comunicativa, capaz de formular e proclamar sentenças decisórias em contextos e circunstâncias complexas e invariavelmente difusas, quando muito confusas.

133

Universo Semântico

Inicialmente o aprendiz vai precisar fazer o levantamento do seu universo semântico entendendo todas as conotações e denotações de cada uma das expressões que eleger para a elaboração do seu enunciado.

134

Considerar as sínteses

Deve considerar todos os aspectos linguísticos, culturais, sociais econômicos do seu público-alvo. deve considerar todas as suas sínteses, frutos de profundas análises para serem aplicadas com precisão os contextos e circunstâncias o que estiver envolvido.

135

Fatores de produção

A economia, que é das ciências humanas, a mais avançada, a mais sofisticada, tem um poder muito fraco e erra muitas vezes nas suas previsões, porque está ensinando de um modo que privilegia o cálculo e esquece todos os outros fatores, os aspectos humanos; sentimento, paixão, desejo, temor, medo.  (MORIN (xxx, p.xx)

136

Criar e recriar

A Economia da Oralidade é capaz de criar e recriar realidades, atribuir significados e ressignificados às demandas dos novos contextos e circunstâncias econômicas. Isso nos permite asseverar que ela é uma área socioeconômica cultural motriz.

137

Intervenção da oralidade

É pela intervenção da Oralidade que a Economia da Informação, a Economia do Conhecimento, a Economia Criativa, a Economia Solidária, a Economia Colaborativa, e a Economia Comportamental movimentam seus capitais e ativos intangíveis.

138

Conhecimento organizado e estruturado

Permite a formação, a capacitação e a instrumentalização do uso pleno da língua na prática social e oferece um conhecimento organizado e estruturado como um insumo produtivo para avaliar a intervenção da Oralidade na atividade econômica.

139

Resultados econômicos

A proposta de oferecer conhecimento estruturado sobre a Oralidade, capaz de gerar consciência plena e permitir administrar as variáveis e diversidades da Oralidade. Essa competência pode incidir diretamente nos resultados econômicos e na geração de impacto sócio-histórico, capaz de intervir, determinar e consumar atos e fatos.

140

Domínio da oralidade

Um dos obstáculos que se colocam contra o desenvolvimento pleno da habilidade oral diz respeito ao fato de sabermos que a criança já fala ao chegar à escola, o que leva muitas pessoas a pensarem que ela já tem um domínio da modalidade oral.

141

O dia a dia da oralidade

Perceba você mesmo, quanto as pessoas se ocupam falando ou ouvindo no seu dia a dia. Se considerarmos as nossas conversas conosco mesmos, as intrapessoais, a incidência dela aumenta muito e ainda se adicionarmos o ato da leitura mesmo que silenciosa, que é uma maneira de “ouvirmos” e até “dialogarmos” com o autor, o tamanho é ainda maior.

142

Pensamento linear

O ato de fala em público normalmente se dá de modo linear, devido a influência da fonte do conhecimento ser a escrita, especialmente com o advento da imprensa, o que invariavelmente determinado a influência linear no pensamento.

143

Intervenção da oralidade

A estrutura que abrange a Linguística sob os princípios econômicos para conceituar, contextualizar e diagnosticar o grau de intervenção da Oralidade no âmbito da Microeconomia e da Macroeconomia.

144

Visão filosófica

Esta área econômica se apropria das ferramentas do pensamento da Ciência Econômica como uma complexa visão filosófica usada como lentes para enxergar o universo da Oralidade sob o enfoque da Teoria Econômica, dos Setores Econômicos, da Macroeconomia e da Microeconomia, dos Agentes Econômicos, dos Recursos Escassos, dos Insumos Produtivos, do Mercado, dos Fatores Econômicos, da Teoria do Consumidor entre outros componentes econômicos.

145

Na microeconomia

As implicações da Economia da Oralidade permeiam todo o processo da microeconomia envolvendo os compradores, produtores e fornecedores, por ser uma área da ciência econômica dedicada ao estudo do comportamento de consumo dos indivíduos e por extensão, das famílias e das empresas.

146

Agente econômico

Essa área econômica compreende os questionamentos analíticos do agente econômico predominantemente no âmbito intrapessoal e interpessoal,

147

A voz é o que mais nos expõe

Por meio da decodificação da oralidade que responda: o que, por que, como, onde, quando, quem deve fazer suas escolhas de consumo, além de investigar as origens, as motivações sobre os desejos e as necessidades que levaram a determinada decisão econômica..

148

Ativos intangíveis

Compreende-se por capitais e ativos intangíveis todas as propriedades de indivíduos e corporações são possuidoras de características perfeitamente reconhecidas. Entre os quais destacamos como efeito valor econômico intangíveis: Informação, conhecimento, valor, princípio, marca, inovação, incluindo a capacidade de comunicação e relacionamento com o mercado.

149

Tempo de fala e escuta

Perceba você mesmo, quanto as pessoas se ocupam falando ou ouvindo no seu dia a dia. Se considerarmos as nossas conversas conosco mesmos, as intrapessoais, a incidência dela aumenta muito e ainda se adicionarmos o ato da leitura, que é uma maneira de “ouvirmos” e até “dialogarmos” com o autor, o tamanho é ainda maior.

150

Micro e Macroeconomia

A Economia da Oralidade estudo toda a estrutura que abrange a Linguística sob os princípios econômicos para conceituar, contextualizar e diagnosticar o grau de intervenção da Oralidade no âmbito da Microeconomia e da Macroeconomia.

151

Objetos da economia

• O comportamento dos agentes econômicos manifestado pela fala; 

• A escassez de produtos ou insumos entre os quais tempo, espaço e atenção; 

• O comportamento dos agentes econômicos manifestado pela fala; 

• A escassez de produtos ou insumos entre os quais tempo, espaço e atenção; 

152

Fator terra

Adequando os fatores de produção para a perspectiva da oralidade, temos “terra” nosso aparato corporal, os aspectos fisiológicos e neurofisiológicos, o sistema fonador, considerando a capacidade perceptiva, ver, ouvir, sentir; a competência cognitiva, o processo e funcionamento mental, as características da individualidade, capacidade inerente de cada um

 

153

Capital intelectual

Contextualizamos o capital como o capital intelectual, o conhecimento adquirido por indivíduos ou grupos sociais, organizações, corporações. São os capitais e ativos intangíveis tratados pela Nova Economia.

154

Trabalho

Trabalho, neste contexto, é a oralidade em si, como fator socioeconômico: o ato de fala, a utilização do fator de produção terra, capital e tecnologia.

155

Tecnologia

E a tecnologia como a base de toda da pós-modernidade, é um fator de produção nuclear da Economia da Oralidade que em essência é uma tecnologia em si mesma que se relaciona com diversas tecnologias, sejam de naturezaanalógica ou digital.

156

Indivíduos

Agentes econômicos são todos os indivíduos, empresas e entes públicos que participam de um mercado e possuem uma relação de troca de bens ou serviços, o que se aplica no empreendedorismo criativo.

157

Recursos escassos

O principal objeto da Economia é a satisfação das necessidades ilimitadas das pessoas e, seguramente, a oralidade é vital em toda relação humana e na escolha adequada dos usos dos recursos escassos.

158

Fatores escassos

Entre os fatores de produção escassos fixos estão o tempo e o espaço que são elementos quantificáveis. Outro fator igualmente essencial na oralidade, são níveis de atenção, que classificamos como variáveis sobre o ato de fala.

159

Atenção plena

O recurso escasso “atenção” está baseado da teoria da carga cognitiva, que descreve os fenômenos da memória de curto prazo, também nominada memória de trabalho e a memória de longo prazo, que devem ser impreterivelmente contabilizadas para viabilizar uma oralidade eficaz.

160

Escassez de tempo

Num mundo onde a escassez do tempo, espaço e a acirrada disputa pela atenção das pessoas superam quaisquer outros favores existenciais, justamente por permitir que outras funções indispensáveis e inadiáveis possam ser realizadas, enquanto se está ouvindo conteúdos de interesse, quando e onde o ouvinte desejar.

161

Preponderância do diálogo

A oralidade na era digital está trazendo de volta e de modo ainda mais ampliado. a capacidade humana de dialogar.

162

Análise econômica

Compete à Economia da Oralidade atuar na análise da produção, da distribuição e do consumo da oralidade no âmbito do micro e macroeconomia, considerando o estudo de como a sociedade administra os seus recursos escassos.

163

Econometria

Esta área da Economia responde pela elaboração de processos, metodologias e sistemas que possibilitam gerar evidências objetivas e indicadores de desempenho coerentes com a natureza da oralidade, especialmente pelo uso da econometria.

164

Economia de palavras

A conotação dada neste estudo à expressão Economia da Oralidade compreende ao uso do menor número possível de palavras, desde que sejam capazes de expressar eficazmente o enunciado proclamado seguindo a premissa disseminada na área da comunicação de que “menos é mais” e da educação de que “pouco é muito”.

165

Finalidade da oraldade

A finalidade de prover a aquisição do estado pleno de consciência da Oralidade, durante os contextos e circunstâncias comunicativas que permitam exercer o completo domínio sobre os atributos da tecnologia da vocalização, tais como: entonação, ritmo, velocidade, volume, frequência, tom de grave e de agudo, entre outros recursos de fonação.

166

Voice Design

O Voice Design propõe a elaboração de planejamento para desenvolver habilidades de percepção, produção e recepção da Oralidade, que compreende a preparação e implementação oral, capaz de proporcionar a cada indivíduo alcançar a sua melhor performance, potencializar a interação entre as pessoas, oportunizar o compartilhamento das competências e experiências individuais em prol do coletivo.

167

Palavra Falada

O Voice Design diagnostica que a palavra falada tem grande influência na economia da corporação, pois é por meio dela que as pessoas, na maior parte do tempo, se comunicam.

168

Produção da oralidade

Compreende a identificação, sistematização, estruturação e viabilização do uso da linguagem adequada a cada meio, da cultura organizacional, do âmbito
relacional, do valor do sotaque regional, do alinhamento e afinamento do discurso interno e externo.

169

Significado de economia

A expressão economia no grego significa oikos (casa) e nomos (lei), portanto lei da casa, regra, administração da casa. Ao considerarmos o conhecimento bíblico e que somos “o templo, a casa de Deus”, onde Ele habita” e que a voz é a principal marca pessoal. A palavra pessoa (per+sona) por meio do som.

170

Oralidade enquanto prática social

A oralidade é inerente ao ser humano e não será substituído por nenhuma tecnologia, mesmo com o avanço da inteligência artificial. Ela é um fator de identidade social, regional, grupal dos indivíduos, com plena repercussão no econômico.

171

A voz é o que mais nos expõe

A voz é a função do corpo que mais se expõe e a que mais nos expõe, por isso, saber utilizá-la economicidade é uma habilidade vital e um relevante fator de viabilização das relações pessoais e profissionais.

172

Identificação da cultura grupal

A viabilização do uso da linguagem oral em cada meio social, compreende identificar a cultura de determinado agrupamentos para aferir o alinhamento e o afinamento da oralidade, constituída pela objeto de linguagem e pela performance oral.

173

A nova era da oralidade

A Economia da Oralidade está diagnosticando que as transformações geradas pela era digital está promovendo uma nova era da oralidade, resgatando a autentica forma do homem se comunicar.

174

Fala e escrita

A oralidade é imediata, local e geral, já a escrita é mediata, longínqua e particular.

175

A espontaneidade da fala

Há uma tendência nas empresas de evitar correr riscos na sua comunicação,usar a escrita ao invés da fala. Ao escrever a gente pensa antes, refaz, textualiza, já a fala como normalmente é espontânea, natural, você manifesta seu verdadeiro sentimento.

176

Memória de trabalho

Entre os principais recursos de escassez da oralidade é o limite da memória de trabalho.

177

Ganhos de eficiência

Considerando um conceito de inovação como a capacidade de produzir mais usando mesmos quantidade de fatores de produção, na oralidade a economia da língua, usando o menor quantidade de palavras, o que na prática significa ter ganhos de eficiência no processos produtivos da fala.

178

O ouvido direito é mais eficiente

Pesquisadores italianos afirmam que pedidos feitos às pessoas no ouvido direito são mais atendidos porque, assim, as pessoas processam as informações melhor do que quando usam o lado esquerdo pelo fato do percurso para a área auditiva do cérebro ser menor.

179

Desperte a consciência

A ausência de consciência plena sobre e fenômeno como um todo, o que impossibilita a conquista da autonomia linguística capaz de exercer controle sobre os mais variados e diversos parâmetros da oralidade e por consequência a presença de uma competência de um pensamento crítico, em especial sobre a administração do excesso de informações que estamos expostos na contemporaneidade.

180

Centralidade da fala

A fala é uma atividade muito mais central do que a escrita no dia a dia da maioria das pessoas. Contudo, as instituições escolares dão à fala atenção quase inversa à sua centralidade na relação com a escrita. Crucial neste caso é que não se trata de uma contradição, mas de uma postura. (Marcuschi, 1997)

181

Oralidade fora da escola

Reconhece-se que a escola ocidental tem uma inquestionável e inestimável contribuição à sociedade humana, porém há como evidência objetiva de uma lacuna educacional sobre o ensino organizado e estruturado da oralidade, fenômeno que permanece persistentemente até nossos dias.

182

Manifestação da pessoa

A oralidade permite a conquista da plena de expressão do pensamento estruturado, do exercício do poder sobre si focado do legítimo interesse do outro, na formação de liderança, na manifestação da personalidade (Pessoa no latim: Por meio do som), vencer a infantilidade intelectual (Infantil do latim: “aquele que não fala”), se referindo a criança.

183

Audibilidade e mobilidade

Num mundo onde a escassez do tempo supera qualquer outro favor exis-tencial, justamente por permitir que outras funções indispensáveis e inadiáveis.possam ser realizadas, enquanto se está ouvindo conteúdos de interesse, quando e onde o ouvinte desejar.

184

Verdadeiro Sentimento

Há uma tendência nas empresas de evitar correr riscos na sua comunicação, usar a escrita ao invés da fala. Ao escrever a gente pensa antes, refaz, textualiza, já a fala como normalmente é espontânea, natural, você manifesta seu verdadeiro sentimento.

185

Memória de trabalho

O fato é que muitas das nossas plataformas de comunicação estão priorizando voz à comunicação, com isso ganhando personalidade  por meio do som, da música, da palavra cantada em especial da palavra falada.

186

Estudar a oralidade

“Manifestações da língua oral e escrita são manifestações da língua. Então, para se entender a língua na sua totalidade, precisa-se estudar o oral também, e não só o escrito.”

187

A dimensão da palavra falada

É nessa dimensão que uma palavra se situa antes de tudo. A palavra é essencialmente o meio de ser reconhecido. Ela está lá antes de toda coisa que está por detrás. E, é por lá que ela é ambivalente, absolutamente insondável. O que ela diz, é verdade? E o que não diz, é verdade? É uma miragem. É essa miragem primeira que vos assegura que estais no território da palavra. (Jacques Lacan, 1998)

188

Proeminência da oralidade

É complicado para pessoas de uma cultura letrada pensar nas palavras sem vinculá-las à escrita. Entretanto, a Oralidade pode existir sem a escrita, mas nunca a escrita existirá sem a oralidade.

189

Pistas visuais com o imaginário

É interessante também destacar que a nossa audição, normalmente, se torna mais aguda quando não temos pistas visuais, em que tais lacunas são preenchidas pelo imaginário.

190

Oikonomos, lei da casa

A palavra economia (da Língua Grega: oíkos + nómos) significa a “lei da casa”, “administração da casa”, o que nos habilita a considerar “casa” também
como indivíduos, empresas, países ou o mundo como um todo.

191

Aparato corporal, nossa casa

Sob a perspectiva do indivíduo, podemos considerar “casa” como o aparato corporal,  capaz de promover a realização da fala por meio do seu sistema fonador. Como indivíduos, temos a responsabilidade de administrar a “casa” para o seu funcionamento integral, e isso inclui, prioritariamente, o uso pleno da Oralidade.

192

Pistas visuais com o imaginário

É interessante também destacar que a nossa audição, normalmente, se torna mais aguda quando não temos pistas visuais, em que tais lacunas são preenchidas pelo imaginário.

193

Pensamento projetado

A Economia da Oralidade é fator de produção e da manifestação do pensamento projetado na forma de voz, e isso se aplica à formulação e disseminação do pensamento  gerador de riqueza, seja de capitais e ativos tangíveis e intangíveis.

194

Som articulado

“Os seres humanos se comunicam de formas diversas, mas nenhuma delas é comparável à linguagem por meio do som articulado; o próprio pensamento está relacionado, de um modo muito especial, ao som”.

195

Pessoa, persona no latim

O prefixo per corresponde a por e sona, a som. A palavra pessoa quer dizer “o som passa por meio de”, referindo-se à voz humana. Já na raiz grega, a expressão é per son “por meio do som”, expressão literalmente incorporada pela língua inglesa para designar pessoa: person.u

196

Som articulado

A pessoa é manifestada pelo som articulado que ela emite, expondo a sua individualidade, sua identidade, sua personalidade. Pela contribuição da Etimologia, podemos deduzir que a voz e, por extensão, a Oralidade, é a principal marca pessoal.

197

Uso pleno da voz

Permite a formação, a capacitação e a instrumentalização do uso pleno da língua na prática social e oferece um conhecimento organizado e estruturado como um insumo produtivo para avaliar a intervenção da Oralidade na atividade econômica.

198

A identidade da voz

Por meio da voz é que somos identificados e como nos identificamos com o mundo, disponibilizando ao mercado os nossos atributos pessoais e as nossas competências profissionais. Isso nos permite afirmar que a marca pessoal é o nosso principal ativo econômico. 

199

A nossa Marca Pessoal

Criar a marca pessoal em primeira instância, é essencial para a criação da marca vocal, o que é imprescindível, não somente para o exercício da atividade econômica, mas para o crescimento e desenvolvimento econômico da sociedade como um todo.

200

Marca Organizacional

É pelo conjunto das marcas pessoais ativas que se alcança a máxima produtividade comunicativa e econômica, também, capaz de contribuir com as marcas organizacionais.

201

Oralidade e letramento

O conceito de Oralidade para fins da constituição desta área econômica, como uma modalidade da linguística destinada ao estudo das estruturas constitutivas da linguagem falada, da performance e do comportamento do uso da língua na prática social, incluindo-se, os vínculos linguísticos com o letramento dentro da teoria da continuidade

202

Fator socioeconômico

A oralidade tem grande influência na maneira como vivemos, é por meio dela que as pessoas se comunicam com o mundo externo, através da voz que estabelecemos os nossos pontos de contato, um permanente fator socioeconômico.

203

Qualidade de vida

É essencial a prática de planejar, pensar antes de falar, ganhando performance na comunicação, evitando o conflito e o ruído e semeando informação, diálogo e relacionamento humano, por isso, concebemos que a economia da oralidade promove a satisfação das necessidades humanas.

204

Troca de experiências

Objetiva potencializar a interação entre as pessoas, oportunizar o compartilhamento das competências e experiências individuais do exercício da economia criativa.

205

Oikonomos, lei da casa

A palavra economia (da Língua Grega: oíkos + nómos) significa a “lei da casa”, “administração da casa”, o que nos habilita a considerar “casa” também
como indivíduos, empresas, países ou o mundo como um todo.

206

Aparato corporal, nossa casa

Sob a perspectiva do indivíduo, podemos considerar “casa” como o aparato corporal,  capaz de promover a realização da fala por meio do seu sistema fonador. Como indivíduos, temos a responsabilidade de administrar a “casa” para o seu funcionamento integral, e isso inclui, prioritariamente, o uso pleno da Oralidade.

207

Pistas visuais com o imaginário

É interessante também destacar que a nossa audição, normalmente, se torna mais aguda quando não temos pistas visuais, em que tais lacunas são preenchidas pelo imaginário.

208

Uso pleno da fala na prática social

A oralidade sob a perspectiva econômica possibilita a formação, a capacitação e a instrumentalização do uso pleno da fala na prática social e disponibiliza um conhecimento organizado e estruturado como um fator de produção econômico capaz de gerar riqueza e valor agregado ao indivíduo, empresas ou países

209

Manifestação da pessoa

A oralidade permite a conquista da plena de expressão do pensamento estruturado, do exercício do poder sobre si focado do legítimo interesse do outro, na formação de liderança, na manifestação da personalidade (Pessoa no latim: Por meio do som), vencer a infantilidade intelectual (Infantil do latim: “aquele que não fala”), se referindo a criança.

210

Pensamento crítico e criativo

Esta competência linguística habilita o indivíduo a ganhar autonomia intelectual na produção do pensamento crítico e criativo para ser projetado com excelência na forma de voz, por meio do uso performático e comportamental da oralidade, como um fator de produção econômico.

Algumas áreas de atuação da Economia da Oralidade

  • Comunicação Interna e Institucional:
  • Formativa (Comercial/Vendas – relacionamento com os profissionais da área e equipe interna);
  • Promocional (rotinas de produção/ação direta);
  • Marketing de Relacionamento (feedback /planejamento);
  • Educacional (cursos, ensino à distância, treinamento, conteúdo de docentes);
  • Edição de conteúdos de palestras, conferências e pronunciamentos;
  • Uso profissional da voz.